Ela abusava das cores, abusava do viver bem, acreditava que era feliz, sonhava com seus castelos, sempre sorria. Tudo se contradizia quando ela o avistava, o seu amado, que não era seu, era da outra. Seu castelo se desmoronava, feito areia, na poeira ela via sua verdadeira felicidade nos braços de outro alguém que não era os seus.
Lágrimas desciam, escorriam e molhava seu vestido estampado floral, ela parecia não existir, torna-se pequena, frágil, abalada. Seu amor era na verdade seu melhor amigo, aquele amigo confidente-irmão, onde conta os detalhes, intimidades.
Pois bem, ela permanece em sua farsa, seu amor-amigo que pra ele é só amigo, à procura, ela permanece a mesma, sorrir , brinca , diz que esta bem, que esta feliz, que na verdade conheceu alguém que a fez tremer, e esta quase namorando. Ele sorrir, com um sorriso amarelo, pálido, abraça e diz que fica feliz por ela, na verdade tudo que ele queria é que ela o notasse e que amasse o tanto quanto ele ama.
O destino brinca com a gente? Ou nós é que não percebemos as coisas? Os dois se amam, e não estão juntos, quão desesperador é essa situação.
Ele sorrir triste e disse que irá se casar, ela choca-se, não consegue se conter , chora , soluça, e abraça seu amigo-amor, ele deixa algumas lágrimas escorrerem até molhar o ombro dela.
Como se fosse ensaiado, os dois se olham e diz simultaneamente, EU AMO VOCÊ.
Ela chora, sorrir, grita, eu te amo tanto, ele diz que sempre a amou, só que achava que ela só o interpretava como amigo , foi o melhor presente que ambos receberam , foi o amor , aquele amor de namorado , e que mesmo se fossem casados , esse amor ressaltaria , o amor de fuga , amor do banco escuro do cinema , ambos sabiam tudo sobre o outro , sabia do nome completo ao que o outro gosta ou não gosta de fazer. O amor lindo , puro , inocente , de querer bem , de fazer junto , de fazer amor , aquele amor de dançar na chuva , chorar de desejo.
O amor dos dois é um amor gostoso, amor de cinema, aquele que quem assiste inveja, com vontade de ter um amor assim também.
Ela continuou abusando das cores, do viver bem, e sabia que agora era feliz, que seu castelo tornou-se real, e seu sorriso vigorou no seu amado.
Lágrimas desciam, escorriam e molhava seu vestido estampado floral, ela parecia não existir, torna-se pequena, frágil, abalada. Seu amor era na verdade seu melhor amigo, aquele amigo confidente-irmão, onde conta os detalhes, intimidades.
Pois bem, ela permanece em sua farsa, seu amor-amigo que pra ele é só amigo, à procura, ela permanece a mesma, sorrir , brinca , diz que esta bem, que esta feliz, que na verdade conheceu alguém que a fez tremer, e esta quase namorando. Ele sorrir, com um sorriso amarelo, pálido, abraça e diz que fica feliz por ela, na verdade tudo que ele queria é que ela o notasse e que amasse o tanto quanto ele ama.
O destino brinca com a gente? Ou nós é que não percebemos as coisas? Os dois se amam, e não estão juntos, quão desesperador é essa situação.
Ele sorrir triste e disse que irá se casar, ela choca-se, não consegue se conter , chora , soluça, e abraça seu amigo-amor, ele deixa algumas lágrimas escorrerem até molhar o ombro dela.
Como se fosse ensaiado, os dois se olham e diz simultaneamente, EU AMO VOCÊ.
Ela chora, sorrir, grita, eu te amo tanto, ele diz que sempre a amou, só que achava que ela só o interpretava como amigo , foi o melhor presente que ambos receberam , foi o amor , aquele amor de namorado , e que mesmo se fossem casados , esse amor ressaltaria , o amor de fuga , amor do banco escuro do cinema , ambos sabiam tudo sobre o outro , sabia do nome completo ao que o outro gosta ou não gosta de fazer. O amor lindo , puro , inocente , de querer bem , de fazer junto , de fazer amor , aquele amor de dançar na chuva , chorar de desejo.
O amor dos dois é um amor gostoso, amor de cinema, aquele que quem assiste inveja, com vontade de ter um amor assim também.
Ela continuou abusando das cores, do viver bem, e sabia que agora era feliz, que seu castelo tornou-se real, e seu sorriso vigorou no seu amado.
texto lindo!
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